
Preso por dentro desse monstro resisto; entre o choro e o riso, o risco da fadiga.
De frente aos trilhos o horizonte não me deixa em paz.
Preso pelo os olhos a lacuna desses dias tento não sentir o peso do teu desapego
e nego o que me apego pra não desapontar.
O peso dos sapatos não me deixa andar o peso dos teus atos não me faz amarmenos do que ja me lembro.
A queixa da SAUDADE de ter de volta o cheiro daquelas noites e o sorriso do DESCANSO.
Acho que não vai dar pra não ver o trêm partir e nem o barulho que se faz
...Por Deus ja vi esse lugar.
E quanto peso podemos suportar até admitir que é peso demais amar?
ResponderExcluirAbraço do Jefh do http://jefhcardoso.blogpsot.com